terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Filmes antigos e a natureza

Ainda hoje quando vejo os filmes de Fredy Astery, me sinto como no tempo de criança. Em que eu achava que o romantismo existia. E que algo mais além do que nossos olhos podem ver, paira sobre nós. Tenho pena dos que não pararam pra ver nenhum filme deste, pois resgata um pouco de romantismo dignidade, beleza, pureza, e lembra os homens como deveriam se comportar em relação a palavra de honra etc, isso sem falar das mulheres. Enfim são filmes que deveria fazer parte do arcenal das crianças. Ja que as mesmas são bombardeadas com tantas coisas que não deveria. Criança deveria ser tratada com honratez e ter o direito sagrado de ser criança. Hoje vendo novamente um deles vejo que o sinto não mudou, muito o que sentia, apezar do tempo. Apezar da insistencia do homem em destruir o que é bonito, paira sobre nós, uma força muito maior. Apezar de tudo prefiro acreditar no amor, este que ninguém quer compreender. Chega a ser Utopico para muitos de nós, infelismente uma pequena minoria. Ainda bem que exisitimos, senão o que seria dos outros que vivem suas vidinhas fazendo sempre as mesmas coisas, não mudam por nada nem por ninguém. Pobre coitado o que nuca sentiu nada parecido. Alheia a tudo e todos, segui como uma orquestra universal a sua vontade. Esta força maior fazendo sempre a sua vontade magnanima. E nós pobres mortais, temos ou não temos a sorte de perceber tal força divina. Que esta em todo lugar na natureza, no mar, em um lindo nascer do sol. Quem, ja parou por horas para observar o quebrar das ondas sentir o vento no rosto enquanto observa um pássaro voando alheio no céu por cima das ondas do mar ou da montanha. Eu nunca perco uma oportunidade desta, e recomendo, muitas vezes se possível. Andar na praia com os pés descalços sumcumbir diante da força da natureza imergir de tal forma que não se é mais um espectador e sim mais um coajuvante junto as criaturas a minha volta. Agradecer ao criador por fazer parte dos louvores gritados por todas as criaturas prontas. E nestes momentos ja não sou eu, eu sou o próprio mar, o pássaro, a areia etc. Sim, isso é possivel, basta estar aberto ao criador, corpo e mente limpa saudável, simplesmete como viemos ao mundo. E lembrar que não somos mais do que pequenas criaturas de Deus. Faz tempo que não vou ao mar, mas o mar tambem não sai de mim, depois de viver uma experiência como esta. Posso dizer que sou privilegiada e muito amada por Deus, presentes como este se ganha mesmo sem merecer. E presentes são presentes não se merece simplesmente se ganha. Por isso agradeço até mesmo as pessoas que tambem são presentes, usadas orquestralmente sem o saber por esta força divina, exemplo Fredy Astery, amigos novos e antigos.

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