quarta-feira, 31 de março de 2010
Ode a mais uma mãe
Estranho estar com alguém, convessar longamente com ela.
Coisa da vida, ficar por longo tempo observando seus gestos, suas mãos vivdas e longa sabedoria.
Numa manhã de sol de domingo, enquanto se aguardava, outras pessoas usufruirem de um longo e lindo dia de domingo. Para silenciar estar consigo mesmo, depois de darmos as explicações de como faze-lo.
e principalmente estar com este alguém Especial de nenhum modo deixou tambem de nos acomanhar em nossa converssa de quase mãe... e quase filha não de sangue mas de alma.
Em espirito e verdade...
Estranho esse alguém não estar nessa dimensão, mas sim em outra, muito diferente de onde stou agora.
Não sei se me ouve...sim me ouve e agora tem com certeza a maior dimensão de nossa pequenez, enquanto estamos por aqui.
Dizem que as suplicas e o amor cresce mais ao ver como somos cegos e desanparados.
Mesmo os que buscam erram caem por entre a estrada.
Achei que estava pronta mas vejo, que o projeto é outro.
Não sei ao certo o que..., mas fica na lembrança aquele domingo de longa converssa de troca de historias vividas daquele rosto translucido bem vivido aquelas mãos experientes de senhora.
A vontade de me ensinar sua experinêcia e deixar como presente de testamento.
Obrigada você foi uma das minhas mães adotadas que passou por mim e deixou seu melhor.
E agora como toda mãe que parte deta dimensão se transforma em algo maior e nos inunda dando para cada um de seus filhos toda sua essencia em forma de amor e luz, mesmo que não tenha saida da tua carne.
Obrigada Maria Lucia,irmã, amiga, mãe...obrigada pelo carinho.
Esjeta em paz sob as asas de Deus nosso Pai Eterno Amante, amado...
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